GRAVAR TERRITÓRIOS


Enquadramento
Consumo, produção e comunicação através das Imagens. Fotografa-se para existir... mas ao mesmo tempo o homem afasta-se dele próprio e do lugar que habita.
A urgência de cuidar do lugar que habitamos. Debatemos soluções para tornar o lugar que habitamos sustentável.
Mas como é que cuidamos do lugar, se não o conhecemos? Passamos por um lugar, mas não o vemos...
e se andarmos e pararmos para o gravar?
Objetivos
Contribuir para o desenvolvimento do olhar dos jovens participantes.
Transformar e aproximar as pessoas na escola para que esta possa transformar e aproximar as pessoas do lugar habitado.
no campo utópico
Prolongar o Tempo


Metodologias
MAPEAR  a pesquisa
Destacar os objetos fílmicos, informação desta investigação.
Caracterizar as várias dimensões do autor desta investigação: Artista; Investigador e Professor.
Descrever a ação assente na prática.
Reencontrar e voltar a escutar os participantes.
“A praça do Rossio … fica muito bonita nas câmeras... passo lá todos os dias para vir para a escola e nem sempre olho...”(Maria, participante Vila Flor).
 

Influencias
...
Cinema de Agnès Varda.
A reflexão da artista Elvira Leite nas oficinas nas ruas da Sé do Porto.




partida | um convite |  SE-MD
paragem | GRAVAR VILA FLOR

paragem | GRAVAR SENDIM
Chegada | Considerações

Animada pelas experiências e pelos acontecimentos verifico:

A importância da câmera no estabelecimento de novas relações.
O Andar que coloca todas (nós) pessoas lado a lado e anula, ou pelo menos dilui, as hierarquias.
A provocação de encontros que liga as pessoas ao lugar, mas também as pessoas às pessoas, criando por momentos Bandos.

 a viagem não terminou, continua...
Obrigada

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