A Ação Gravar, pressupõe tempo: olhar; escolher o ponto de vista; enquadrar; medir a luz; focar; e por fim gravar. Este tempo permite desenvolver e criar uma relação com o lugar que não existia antes da proposta de Gravar naquele espaço. Neste tempo redescobrimos o lugar e as pessoas que o habitam.
PODEMOS NO ANDAR E GRAVAR APROXIMARMO-NOS DOS LUGARES QUE HABITAMOS?
Objetivos:
contribuir para o desenvolvimento da literacia visual dos participantes;
dar vida aos montes e aos rios;
encontrar uma razão para o que nos rodeia;
transformar e aproximar as pessoas participantes para que estas possam transformar e aproximar as pessoas do lugar habitado.
Ações desenvolvidas por Paula Preto com a equipa do Serviço Educativo do Museu do Douro: Filipe Marado; Marisa Adegas; Samuel Guimarães; Sara Monteiro; e Susana Rosa
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